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Interpretation Centre of Romanesque

Centro de Interpretação do Românico

Uma interpretação contemporânea da memória românica, moldada pelo volume, pela luz e pela materialidade.

Lousada, Portugal · 2011–2018
EN PT
Typology Edifício Público
Size 1 550 m²
Localização Lousada
Status Built
11CIR
Project ID 11CIR
scheme concept

Uma nova referência para o centro da vila.

O edifício procura criar uma relação direta com o lugar através da sua implantação no limite da praça da vila.

Ao estabelecer continuidade urbana entre as suas volumetrias e a envolvente, o projeto pretende tornar-se um novo elemento de referência no centro de Lousada.

Scheme Concept 2

Entre o presente e o passado românico.

Partindo dos conceitos geradores da arquitetura românica em Portugal, o edifício pretende ser um elemento de transição entre o presente e o distante passado românico.

De forma austera, a volumetria proposta contém o princípio da unidade na diversidade, surgindo como uma composição de vários volumes com alturas e dimensões distintas.

Cada volume, um espaço expositivo distinto.

A diversidade de volumes reflete a diversidade deixada pelos edifícios românicos.
Cada volume corresponde a um espaço expositivo distinto, criando uma composição em que a diferença faz parte da unidade do conjunto.

11CIR_Scheme Concept 3

Uma rua rural como elemento unificador.

Para explorar a relação entre os volumes, o projeto introduz a ideia de uma rua rural como elemento unificador e gerador de experiências.

Este corpo central, coberto por vidro, antecede a entrada em cada volume como um claustro. Deixa a luz invadir o espaço e cria uma relação constante entre claridade e penumbra, entre a zona central e as salas de exposição.

Monumentalidade através da escala e da forma.

No interior, os espaços expositivos procuram refletir uma certa monumentalidade, remetendo para o interior dos edifícios românicos através da escala e da forma.

Cada teto reinterpreta um dos tipos de cobertura usados na arquitetura românica, reforçando a ligação entre o espaço contemporâneo e a memória histórica.

O betão como a pedra de hoje.

A escolha dos materiais reforça o carácter austero do edifício.

O betão, usado no seu estado natural e à vista, torna-se a pedra contemporânea do projeto. Assim, o edifício mantém-se atual sem perder uma forte relação com o passado, numa simbiose atmosférica entre tempos diferentes.

Créditos

Arquitetos principais

  • Henrique Marques
  • Rui Dinis

Cliente

  • Município de
  • Lousada

Arquitetos

  • Rui Rodrigues
  • Sérgio Rocha
  • Rui Miguel
  • Marco Santos
  • Mónica Pacheco

Design de mobiliário

  • Bairro Design

Direção financeira

  • Carla Duarte

Engenharia

  • ASPP Engenheiros, Lda.

Fotografia

  • FG+SG®

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